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terça-feira, 16 de maio de 2017

Número de mortes por febre amarela no RJ sobe para cinco - Isso é o Rio de Janeiro

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A Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro informou nesta segunda-feira (15) que subiu para cinco o número de mortes por febre amarela no estado. Exames laboratoriais feitos pela Fundação Oswaldo Cruz confirmam 14 casos da doença em todo o estado e mais duas mortes: uma em Macaé, norte fluminense, e uma em Silva Jardim, região da Baixada Litorânea.

Aedes é o transmissor da febre amarela
Dos 65 municípios do Rio de Janeiros considerados mais vulneráveis ao contágio da febre amarela, 55 tiveram disponibilizadas doses em quantidade suficiente para imunização do público-alvo – entre elas, Macaé e Silva Jardim. São quase 5 milhões de doses da vacina disponibilizadas para os 92 municípios fluminenses.
Os municípios prioritários, de acordo com a avaliação do cenário epidemiológico, que ainda não receberam novas remessas de vacinas são: Arraial do Cabo, Cabo Frio, Campos dos Goytacazes, Magé, Petrópolis, Resende, São Pedro da Aldeia, Saquarema, Teresópolis e Três Rios.
Desde janeiro, 7,7 milhões de doses foram distribuídas aos 92 municípios do estado, atendendo à estratégia de priorizar as cidades mais vulneráveis. O governo tem como meta imunizar toda a população elegível no estado até o fim do ano, cerca de 12 milhões de pessoas.
Ainda segundo a secretaria, a estratégia de vacinação em cada cidade deve ser definida por cada uma das 92 prefeituras, observando a disponibilidade de doses pelo Ministério da Saúde, a capacidade operacional - como número de postos e de pessoal capacitado para o trabalho -, além do armazenamento correto das doses, para que não haja perda de vacinas.
O público-alvo para receber as doses é formado por crianças a partir de 9 meses e adultos de até 59 anos.

Traficantes alugam armas para cracudos assaltarem na avenida Brasil - Isso é o Rio de Janeiro

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Os traficantes da comunidade da Nova Holanda, dominada pela facção Comando Vermelho, na Maré, alugam armas para crackudos e assaltantes efetuarem crimes, como pagamento recebem parte da mercadoria roubada.

Eles alugam desde pistolas para crackudos assaltarem ônibus e carros na Avenida Brasil, até fuzis para assaltos a cargas e invasões criminosas em facções rivais.